Diário de maternidade: os primeiros meses

Há alguns meses, para ser mais exata 2 meses e 3 semanas, venho experimentando ser mãe. O tempo para quem tem um bebê em casa passa de um jeito diferente, então só agora consegui intervalos de “liberdade” para voltar a me dedicar ao Blog.

Olhando as fotos do meu celular e tentando reconstruir na minha memória tudo que aconteceu desde que a Lupita nasceu, percebo que sou mais feliz agora. Tenho o privilegio de ter uma bebê adepta do “deboísmo” em casa, aprendo muito com ela e não canso de admirar e comemorar cada nova conquista, desde um sorrisoo ao ouvir minha voz, olhar para selfie, segurar o chocalho, dar um pum caprichado… tudo merece festa dos pais babões!

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Nas primeiras semanas em casa eu mal conseguia levantar, então a ajuda da minha mãe, para manter as roupas e a casa em ordem, e do Douglas, para cozinhar e dar banho na Lupita, foram essenciais. Eu era responsável por amamentar, trocar a fralda e vestir aquela bebê magrinha e comprida.

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Nós recebemos muitas visitas em casa, e se tem uma coisa que a gente adora é casa cheia! De uma semana para outra ela muda muito, então é preciso manter as portas abertas para a galera viver isso junto com a gente.

No começo ela dormia tanto e tão pesado que era até difícil amamentar, por mais que a pega dela fosse boa. As roupinhas RN ficavam enormes, ela sofria com cólicas fortes durante a noite, dormia no berço e era cabeludinha. Eu tenho bastante leite, mas os primeiros dias com o bebê mamando machucam bastante, então usei por quase duas semanas vitamina E e conchas de amamentação para que os bicos respirassem e se recuperassem entre as mamadas.

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Com o passar das semanas ela foi perdendo o cabelo e ganhando dobrinhas. As minhas dores diminuíram muito, tanto nos seios quanto nos pontos, e começamos a usar Colikids (probiótico indicado pelo pediatra) todos os dias. Ela parou de ter cólicas, começou a dormir bem durante a noite e eu, que não curtia a ideia de cama compartilhada, depois de um super resfriado do Douglas e alguns dias que ela ficou no nosso quarto, tive que dar o braço a torcer e trocar o meu preconceito pela delícia que é acordar com ela do lado, pronta para mamar, sorrir e dizer “angú” fazendo biquinho.

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Há algum tempo li um texto sobre os primeiros 60 dias com um bebê. O texto dizia que esse é o período mais difícil e que passados os 2 primeiros meses, tudo seria melhor. Pois bem, depois desse período, consegui incluir a Lupita no que seria uma vida normal, com direito a luz do Sol e menos privações. Acho que eu não irei ao cinema, ou a um show tão cedo, mas já estamos conseguindo frequentar restaurantes, lojas e ficar cada vez mais tempo na rua.

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A Lupita gosta de experimentar colos e nós tentamos usar da filosofia do “são anticorpos” para não criar paranoias e uma bolha ao redor dela. Já passeamos no Shopping de Campinas, Piracicaba e Santa Barbara d’Oeste, viajamos para Bauru e São Roque, andamos no Sol do meio dia e ela tá aí, cheia de saúde, sorridente, engordando e crescendo.

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Levamos até bronca do pediatra porque ela engorda entre 45 e 55 gramas por dia, mas vou manter a livre demanda até quando for possível. Logo retorno ao trabalho e as coisas terão que mudar, então uso isso como motivo para viver intensamente cada fase da minha Lupitinha.

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Quem me segue no SnapChat (usarname: hastalaju) sabe que ela não é um bebê chorão e nem um bebê gorducho, mas que ela é grandona e conversadeira. Vou liberar alguns vídeos no canal do Blog esse mês, alguns deles sobre o que eu aprendi com a minha rotina de mãe em tempo integral.

É bom estar de volta!

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